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  • Rua Mossamedes, 148

  • Vila Santo Estevão
  • São Paulo, SP
  • Brasil
  • Periodo
    04/1999 a 07/2017
  • Avaliador(a)
    Katia

Imóvel

Ruim
  • Tipo Casa
  • Complemento Não informado
  • Avaliador Locatário/Inquilino
  • Valor pago até 07/2017 Não informado
  • Periodicidade do pagamento Não informado
  • Dormitórios 2 dormitórios
  • Garagem 1 vaga
  • Custo-benefício
    Regular
  • Aparência geral
    Ruim
  • Isolamento acústico
    Péssimo
  • Conservação
    Regular
  • Vizinhos
    Péssimo
  • Imobiliária/Proprietário
    Ruim
  • Privacidade
    Péssimo
  • Acessibilidade
    Péssimo
  • Silêncio externo
    Ruim
  • Luz natural
    Regular
  • Temperatura ambiente
    Bom
  • Cômodos
    Péssimo
  • Localização
    Regular

Comentários

***** Texto grande e bem detalhado ***** Depoimento referente à habitação no imóvel 148 da Rua Mossâmedes, no bairro Tatuapé, subdistrito Vila Santo Estevão, CEP.: 03325-060. Moradia entre Abril de 1999 até 03 de Agosto de 2017 (18 anos e 04 meses). Ambiente com localização desfavorável para uso residencial: vizinhança incivilizada, produzem convivência voltada à perturbação do sossego alheio (vide lei de Contravenções Penais), 2 bares nas esquinas, mesma calçada, pagodes, instrumentais e playbacks ao alto som; todos os portes possíveis dos tipos de veículos estacionarem na via proibida, são clientes e fornecedores dos comerciantes locais Armarinhos Fernando e AmericanSat produtos de suplementos alimentares - fitness (sem placa) número 141. Numeração para fim residencial é péssima, pois, o imóvel retém, além dos ruídos, pessoas estranhas estacionando veículos na guia rebaixada da garagem, diariamente, várias vezes durante o horário comercial. IPTU alto, Prefeitura considera a garagem com 3º. andar do imóvel. Imóvel que moramos pertence à propriedade de amigos dos meus pais (meu pai falecido há 27 anos). Um de nossos maiores princípios é não se submeter a uma vida de aparências: só para constar. Se esse imóvel fosse de nossa propriedade, acredito, por razão à perturbação do sossego peculiar na localização em que a casa está, teríamos dificuldades em nos desfazer do imóvel na venda. Situação que apresento como exemplo da antiga proprietária Sra. Adelaide (sobrado número 160), esposa do Alfaiate Sr. Manuel (in memorian) que possuía seu ateliê na Rua Antonio de Barros, a mesma teve dificuldades para venda particular desde abril de 2015; conseguiu vender à imobiliária. Atualmente à venda com placa particular, existia o anúncio conjunto "alugo" que foi apagado da placa. Meus pais têm mais de um imóvel próprio em outro bairro da mesma região. O imóvel em questão nos foi oferecido pela proprietária, muito amiga de minha família, de minha mãe desde os anos 50. Hoje, as duas tem 80 anos de idade. Ficaram viúvas por mortes trágicas na mesma época, 1990 e 1992, por latrocínio e acidente de carro. Ausência de consciência e civilidade nos comportamentos individuais das últimas/recentes 'famílias' que ocuparam/ocupam os imóveis, pois, se trata de pessoas que migraram de outros locais da cidade, ou seja, não são moradores tradicionais do bairro desde outras décadas. O nível começou baixar com essas habitações de pessoas a partir de 2010 pra cá. A casa 152 - após desocupação da proprietária mudar para outro município em março de 2015 - teve início ao primeiro inquilinato a partir de junho de 2015 à atual, está no segundo inquilino, desde Abril de 2017 até agora. Essa casa foi a campeã de homens praticarem injúrias à torto e à direito, pois, os primeiros inquilinos mantinham 5 cães abaixo das janelas dos quartos, no quintal, com mais 5 gatos no interior da casa. E porquinho da índia, cobra e mais animais desconhecidos na edícula junto à lavanderia. Prossegue no segundo inquilinato - atual -, convivência em torno de 10 horas (contínuas) em dias úteis, ficam frente e, fundos da casa 152, 02 Pets aparentemente idosas pela pelagem branca ao redor dos focinhos: uma cadela SRD, porte pequeno, pelagem negra, no terraço da frente da casa, produz latidos (apresenta rouquidão) na maior parte de todos os horários reagindo à todos os ruídos da rua. Segunda cadela SRD, porte grande, pelagem negra, no quintal que fica abaixo dos 02 quartos dos fundos, reage com latidos, na sequência da pet que fica na frente, continuamente. Também se apresenta a mesma reação psicológica: ansiedade de separação dos tutores. Quem está nas casas ao redor: não é possível falar dentro de casa, atender telefones, estudar via web, falar ao telefone, receber visitas, é fora de cogitação e, no mais, os habitantes falando alto. Você fica sabendo toda a vida das pessoas que habitam a casa (mesmo que não queira saber, você tem conhecimento). Na maior parte do tempo, são poucas as pausas de silêncio, seja dia de semana ou fim de semana e feriados. Demais números de residências problemáticas: * Imóvel 131 - Aparentemente residem os donos, um casal, onde comenta-se que são de origem portuguesa. Possuem filhos homens, aparentemente são todos casados, frequentam a casa para deixar filhos nos cuidados da mãe. Tivemos repetitivas vezes tanto filhos como parentes dos proprietários, estacionando automóveis na porta da garagem na porta do imóvel por várias ocasiões (por pirraça, provocação porque sabem que não aceitamos carros na porta de garagem), um dos filhos guinchou o carro da mãe com guincheiro de Seguradora, obstruiu a via por mais de meia hora. Gente sossegada, mostra total indiferença com imóveis vizinhos. Do contrário, se houvesse consideração e, cuidado, evitaria tal atitude recorrente. Um dos filhos é extremamente mal educado, com aparente comportamento narcisista e mimado. * Imóvel 136-144 (sobrado lado esquerdo), a filha toma a frente, provocativa, extremamente vulgar, caráter baixo e absurdamente arrogante. Exibicionista em redes sociais, ostenta luxo. Os pais - proprietários - se mudaram pela 2ª. vez para o Interior do Estado. * Imóvel 145 - habitação nos fundos -, era do casal de idosos do 136-144, diz que o imóvel passou para o filho mais velho, igualmente arrogante, sem limites, age por pirraça, mal educado. Atualmente residem inquilinos, habitante do imóvel é um provável ex-funcionário <profissional de obras civis, parece ser pintura> mora com companheira, aparentemente mostra ser amasiado, junto com dois enteados, menores, um menino e uma menina (não se sabe se é aluguel ou empréstimo, casa do estilo abandonada). Provável Pintor é do tipo leigo, estilo excêntrico, sem senso, sem ética, primitivo) vive com carro quebrado, fala alto, grita para chamar alguém na rua, sem postura, sem consciência. Referente a esse imóvel, 145, acionei, por e-mail, Ministério Público em novembro de 2016 por presenciar indiretamente maus tratos - recorrentes - da mãe aos dois menores, não se via mais o Pintor no local, era rotina, a mulher e filhos saírem com carrinho ambulante para venda de alimentos food truck. Os maiores gritos ocorriam na garagem do imóvel antes da mulher sair, sempre voltados para filha, aparentemente 5 anos, atendia pelo nome de Ana. Recebi solicitação da Delegacia da região para comparecer pessoalmente, foi aberto processo com acompanhamento de assistência social, onde, desconheço se ainda continuam sob avaliação de Assistentes Sociais. Frequentemente aos gritos com palavras de baixo calão aos dois filhos, visto uma maior agressão verbal à filha aparentemente 5 anos de idade. Acontecimento mais anterior - Fato ocorrido em setembro de 2011, com autoria da filha do proprietário (atualmente 'toma conta' da casa 136/144). Realizou em dois dias distintos no final de semana, sexta e sábado o descarte de objetos pesados em grande quantidade, arremessou ao telhado da lavanderia: 3 ventiladores, 2 rádios de alça, pequenos mobiliários e objetos pequenos de uso geral na casa que habitei 148; a proprietária, ainda morava no 152, foi pessoalmente tocar a campainha, sem sucesso, não havia ninguém na casa 136/144. Como se não bastasse em Agosto de 2015, a mesma autora, filha dos proprietários, descartou por volta de 6 unidades de revistas, aquelas editoriais de moda noiva, com várias páginas, pesadas...no mesmo local do telhado da lavanderia. Aguardei o Sr. Bráulio, parente familiar da mesma, às 6 da manhã sair para o trabalho, onde entreguei em uma sacola todas as revistas e comentei que poderia ir parar em providências jurídicas caso se repetisse, desde então, não mais se repetiu tais atos de vandalismo. Fora os xingamentos dessa mulher na porta de minha casa, me chamando de louca, pelo fato de várias vezes eu pedir a gentileza aos proprietários de veículos que paravam na porta da garagem da casa que morei, a mesma entendia que era uma forma de loucura, é a mesma autora que descartou os objetos no telhado... Fez reforma no imóvel desde o final de 2016 até metade do primeiro semestre de 2017 com Profissional operacional de obras civis, conhecido como Ribamar, frequentou o imóvel quase que diariamente na ausência da moradora filha do proprietário, maior parte do primeiro semestre de 2017 devido à reforma, até mesmo quando terminou a reforma, considerei estranho... Deveras mal encarado, aparência bastante suspeita, boné, provocativo, caráter muito duvidoso, olhar cínico e debochado; injúrias das piores na frente de toda a vizinhança (menos quando me via com minha mãe). Precisei ameaçá-lo que chamaria a polícia se continuasse mal encarando, falei alto na rua, enquanto esperava Uber ocorrência em março de 2017. * Imóvel 13 da Rua Orlando Valderano - quando cismam que o cachorro incomoda, colocam no quintal, casa inapropriada para manter bichos sem supervisão permanente; desde janeiro de 2017, os filhos adolescentes, um menino e uma menina, quando se cansam, trancam o animal no quintal. Raça aparentemente parece Aquita. O bicho tem ansiedade de separação ao ficar trancado ou isolado, é animal que precisa ser adestrado, mais outra casa vizinha que não gosta de por o cão para dentro do imóvel. Essa rua tem casas que ficam geminadas com os quintais, portanto, fundos das casas da Rua Mossâmedes. Para entender a situação, em outras fases, conversei por telefone com vizinhos antigos da Rua Orlando Valderano, onde, dois me disseram que ninguém podia com a vida dos moradores mais extravagantes (digamos assim) que faziam uso de sons altos, algazarras, principalmente do filho da dona do bar na Rua Mossâmedes, 210 era "Bar do William" (na esquina mesma calçada) não se sabe se habita o imóvel, porém, a dona do bar fez a venda, desfazendo do negócio em 2017. O filho usava caixa profissional de som, extremamente abusivo, no meio da rua sem saída, aos finais de semana. Ouvia-se homens embriagados com frequência, cantavam alto, mais situações sobre comportamentos piores. Agora o bar se chama "Bar Quinta Roda", saudando caminhoneiros, talvez, veja as reclamações no Facebook, nas avaliações: https://www.facebook.com/barquintaroda -------------------------------------------------------------------------------------------- Um bairro que progrediu existe uma demanda de alto padrão para desfrutar; um custo de vida alto, porém, nessa localização onde o imóvel está, com qualidade de vida e clima desfavoráveis. Não vale a pena. Em poucos meses se torna insuportável. --------------------------------------------------------------------------------------------- Residimos apenas em três imóveis anteriores ao citado. De família imigrante europeia estabelecida muitos anos no bairro da Mooca. Nosso hábito comportamental é o de cordialidades, gentilezas e, bem estar, com plena harmonia entre vizinhos dos quais tivemos no passado, onde mantemos contato com todos eles até atualmente. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Rua Mossâmedes na localização em questão foi boa para residência - conveniente e suportável - até ano 2009. A partir do começo de 2010, houve grande movimentação de inquilinos em rodízio a cada 2 à 3 anos na casa de número 160, foram 2 vizinhos que causaram problemas com pensão clandestina (2009 à 2011) e amplificação de instrumento guitarra e cachorro isolado com latidos recorrentes noturnos e cultos de evangélicos nos fins de semana (2012 à abril 2015). A dona da casa 160 mudou para Santos e alugou o imóvel após óbito do esposo. Passando a habitar inquilinos com mau comportamento relativo à leis das contravenções penais envolvendo perturbação do sossego, até mesmo gemidos sexuais no quintal, chegamos ouvir do filho Jean com a namorada, casa 160 da família evangélica, hoje, residem na Rua Aguapeí, sobrado ao lado do prédio amarelo, defronte ao Armarinhos Fernando. Ignorantes absolutamente, xingamentos dos mais baixos, porque pressionei pontualmente com a chamada do 190, os sons de músicas e amplificação de guitarra, recorrentes, eram insuportáveis. Mesmo assim foram resistentes, até se mudarem, hoje, até 03/08/2017 a casa ainda estava à venda. Presenciamos diversas vezes - mais de 1 casa vizinha - maus tratos psicológicos à pets caninos e felinos, fins de semana inteiros sozinhos no imóvel, por motivo de viagem dos tutores, alimentação precária, água precária, cães com ansiedade de separação consequentemente latidos incessantes, mesmo após castramento. Rua Orlando Valderano, sem saída, imóvel 13, moradores residem há menos de 5 anos, construíram a casa novamente, após demolição do terreno, com as janelas dos quartos em frente aos quintais das casas da Rua Mossâmedes (houve Corretor de Imóveis que informou que a planta estava errada). Desde janeiro de 2017 há um cão que fica isolado com frequência e reage com ansiedade de separação, parece que mesmo com a presença de adolescentes (um casal de irmãos), aparentemente trancam o cachorro no quintal que late sem parar. São indiferentes. O hábito do canino latir é recorrente, várias vezes ao dia. Clientes e fornecedores de comércios adjacentes, estacionamento de veículos motocicletas e automóveis: * American Distribuidora de Suplementos Alimentares, número 141; * Armarinhos Fernando na Rua Aguapeí, número 635, com garagem em frente ao começo da Rua Mossâmedes. Clientes e fornecedores em geral estacionam definitivamente ou em pausa, veículos utilitários, veículos de passeio, com motor ligado, principalmente, veículos pesados de carga e descarga nas portas das garagens residenciais. Se você morador não abordar, apesar de usarmos pequenas placas no portão da garagem "Não Estacione", a tendência é que entenderão que é permitido, fazendo do hábito um movimento diário, logo, inconveniente. Abordei a perder de vista, pedindo, educadamente, gentileza da retirada de veículos, o resultado foi de indivíduos mal educados responderem através de injúrias com as mais criativas e diversas palavras. A rua é basicamente habitada praticamente na totalidade a habitação é de uso residencial. ***** EVITEM RESIDÊNCIA FIXA NA RUA MOSSÂMEDES, ENTRE AS RUAS: AGUAPEÍ À PADRE DIOGO NUNES / PRAÇA GENERAL COSTA BARRETO ***** As casas 148 e 152 são geminadas (verificar a foto no google maps), é da mesma proprietária que reside em outro Município. A alvenaria é uma só, a casa é dividida em 2 imóveis, portanto, é ** inapropriada ** para criação de Pets no local, a não ser que fiquem no interior do imóvel e, sejam, para quem conhece muito sobre personalidade de caninos, calmos e tranquilos. Há raças de cães que são recomendáveis para apartamento e para casas. Desde 2012 os inquilinos do 160 e 152 que habitam o local, não criam os cães dentro de casa. Exceto gatos, a casa foi telada após a proprietária se mudar. Esse comportamento do animal fora da casa, por ser junta à outra, causando inconveniência com a vizinhança, tanto da rua local e da rua sem saída, Orlando Valderano. ------------------------------------------------------------------------------------------- Observação: Moradores do número 13 da Rua sem saída Orlando Valderano, são s indiferentes com a vizinhança, mantendo pet de raça Aquita, salvo engano, como relatei acima, isolado fora da casa, trancado para fora, no quintal nos fundos da casa, junto aos quintais das casas da Rua Mossamedes. Ninguém aguenta, é diário, interfere várias vezes ao dia. Cão reage com ansiedade de separação, é colocado sob estado psicológico, várias ocasiões diárias, entendo isso como mau trato, porque é anormal um cachorro latir o dia inteiro, sem atitude do tutor. --------------------------------------------------------------------------------------------- Muros dos quintais são baixos, portanto, há visão para a casa 152 e 160 tem uma churrasqueira mal projetada onde era laje para lavanderia que a proprietária construiu, depois logo mudou. Local não é privativo. Se ouve tudo devido à junção dos terrenos nos fundos. ------------------------------------------------------------------------------------- Para despesas somente da locação do imóvel 148 está entre R$ 2.000,00 à R$ 2.500,00 / mês. --------------------------------------------------------------------------------------------- Espero que a proprietária do 148 e 152 da qual não tenho mais contato, por conta das enormes perturbações de sossego de outros vizinhos, quando a mesma habitava, não gostava que houvesse discussão, aceitava viver de aparência suportando os ruídos, igual minha mãe, até que decidiu se mudar por conta da perturbação do sossego (acredito que o motivo maior foi esse), indo para outro Município do Estado de SP, embora estava para fazer cirurgia, precisava ficar perto da família que mora distante da Capital. ---------------------------------------------------------------------------------------------- Há mais episódios e experiências que foram patéticas e muito bizarras, não carece o relato. Observem esse trecho da rua que é um canil à céu aberto, nesse local, você conviverá com 4 cães que os tutores não supervisionam, pelo contrário, não se importam. Alguns moradores que convivi - indiretamente - aparentemente causaram e, alguns moradores atuais, causam má impressão de serem portadores de transtornos mentais - como Psicopatia por exemplo, exageros à parte.... Ou, não passa de ser, apenas uma vida que se baseia na ignorância, desrespeito e mau caratismo. ------------------------------------------------------------------------------------------- Nunca tivemos e, não temos, inadimplência com bancos, centrais de crédito, minha família é extremamente idônea com dinheiro, conduta, contratos, palavras e, acordos firmados. Portanto, trago uma total propriedade para apresentar esse tipo de manifestação em dissertar uma experiência grave sem solução, por conta das leis brandas na esfera de boletim de ocorrência, na esfera criminal não cabe. É caso de instaurar inquérito na área civil, para quem for morar, é preciso câmera de segurança na frente e atrás do imóvel, pois a Justiça precisa das provas. Eu ia fazer instalação de câmeras, porém, por estar há muito tempo no imóvel e, ter perdido o contato com a proprietária, não entendi que merecia investir $ e assim, por vontade própria, optei por sair. Ficar com os inquilinos do 152 (desde Abril 2017), com 2 cachorras idosas, 1 no terraço e outra no quintal, são de grande porte, a dos fundos é muito agressiva, latindo o dia todo, sozinhas das 9 às 20 horas, sem presença dos tutores, não é qualidade de vida saudável. --------------------------------------------------------------------------------------------- ###################################################### Para qualquer morador atual e/ou, futuro que precisar, por gentileza, sinta(m)-se à vontade para me contatar e, igualmente, no caso de futura necessidade jurídica, poderei contribuir em testemunhar: kc_op@hotmail.com. Cordialmente.

Tipo imóvel Péssimo

Dormitório dos fundos traz ruídos de todas as residências. Em Julho de 2017: há um cão na rua sem saída Orlando Valderano, tutores o mantém isolado em quintal, reage por ansiedade de separação diariamente. O maior problema é a falta de respeito e consideração dos inquilinos que largam animais sozinhos, latindo sem parar, por ansiedade de separação. Desde 2012, se arrastam problemas de vizinhos desse nível.

Avaliador Péssimo

Imóvel foi oferecido para residirmos, pois, a proprietária é amiga de minha mãe desde 1953, residiam em outro bairro, maridos eram amigos. Após ficarmos 2 anos fora do Tatuapé, voltaríamos em 1999, proprietária preferiu que morássemos, porque residia em outro município, estaríamos ajudando a olhar as duas casas.

Dormitórios Regular

Sem suíte, toalete fica no centro do hall de corredor, no piso de cima. Quartos espaçosos, por ser construção antiga, é viável.

Garagem Ruim

Tipo de garagem para guarda de automóveis pequenos, talvez, médios. Pé direito da garagem é baixo. Há um terraço acima. Observação: há problemas com pessoas que estacionam na porta da garagem, referente à proibição conforme CNH-Detran, "guia rebaixada", recomendo ser firme, ríspido e, insistente em deixar estabelecido não aceitar estacionamento na porta de garagem. Há frequentes abusividades de estacionar nas portas de garagens das casas, quando abordadas educadamente, pessoas reagem mal educadas, principalmente, clientes do comércio popular Armarinhos Fernando, onde a Colaboradora do balcão de informações e microfone da loja, já foi notificada em diversas ocasiões, pessoalmente e por telefone. Há imóvel comercial no número 141, defronte a residência, onde o responsável pela empresa informou no mês de novembro de 2016 que havia solicitado aos clientes/fornecedores não estacionar na guia rebaixada relativa ao imóvel que resido 148, porém, ainda ocorre em menor abusividade e falta de disciplina, ausência de educação de seus clientes, continuamos com o mesmo problema. Em tese, complementou que foi autorizado por outros vizinhos, deixar clientes e fornecedores estacionarem para cargas e descargas.

Aparência geral Ruim

Imóvel sobrado geminado muito bonito, alvenaria boa, construção bem realizada com materiais de primeira qualidade.

Isolamento acústico Péssimo

Inexistente. Ouve-se tudo o que ocorre na rua, tanto na frente, quanto nos fundos da casa.

Vizinhos Péssimo

Desde 2012 abusos com vizinhos invasivos nos maus tratos de seus cães. Isolamento de animais, sozinhos, esquecidos nos quintais. Desde junho de 2015 até Dezembro de 2016, residiam no imóvel 152 dois homens que habitavam com 05 cães no quintal (abaixo dos dormitórios), criação de pets inapropriada, deixavam os bichos sozinhos, não cuidavam, não interagiam, por muitas vezes, flagrei os animais sem água e ração, condições de higiene precária. Atualmente, reside família grande, desde março de 2017 até os dias atuais (edição feita em julho de 2017), ocupam o mesmo imóvel, 152, proprietária, não coloca restrição para não permitir habitação familiar com cães. Casas são gêmeas, parede fina, quintal baixo. Família atual, para piorar a convivência insuportável, desde anos (2012) mantém, sozinhas duas fêmeas idosas SRD, uma cadela vive no terraço da casa, outra cadela no quintal dos fundos da casa. Latem das 08h00 até 18h00. Ninguém fica na casa durante os dias úteis no horário citado. Caninas latem incessantemente, durante esse horário, por ansiedade de separação. Tutores não interagem, a esposa, apenas realiza limpeza no terraço e quintal. Toda a vizinhança que passa maior tempo da semana em casa, refém de animais que não podemos ajudar (pela solidão que sentem, chegam a chorar durante o dia). Em algum momento será denunciado à delegacia de proteção animal: http://www.ssp.sp.gov.br/depa Lei das Contravenções Penais: “Art. 42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheios: IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda.”

Privacidade Péssimo

Nenhuma: ouvimos descarga sanitária, assuntos particulares, telefones chamando, risadas, gemidos, tosses, CÃES LARGADOS SOZINHOS com ansiedade de separação, gatos, etc.

Acessibilidade Péssimo

Para deficientes físicos, não há. Após a entrada dos portões, há escada para entrar na casa.

Silêncio externo Ruim

Há comércio de distribuição de suplementos alimentares para finalidade fitness defronte à casa no número 141, movimentação frequente, diária, de segunda à sábado com caminhões realizando carga e descargas, clientes com carros de passeios, das 08h00 às 18h00. Clientes com carros da loja Armarinhos Fernando. Muito ruído de carro, bichos, são os ruídos que ficam nos períodos do dia, perduram em horários comerciais, diariamente. Não me informei se plano diretor para o endereço é permitido ou permitido para uso misto.

Luz natural Regular

Médio.

Temperatura ambiente Bom

A casa por ser alta, vale a pena, em qualquer estação do ano.

Cômodos Péssimo

Ouve-se todo o movimento da rua, tanto na frente da casa, quanto no fundo. Não há janelas antirruídos. O pior dormitório é o cômodo dos fundos.

Localização Regular

Há loja Armarinhos Fernando desde 1989 situada em frente à rua do imóvel em questão. Garagem da loja frequentemente superlotada, portanto, a movimentação de veículos na rua é intensa, principalmente, aos fins de semana e feriados. Condutores de carros de passeio estacionam na porta da garagem, logo, ocupam sua guia rebaixada. Fica a 5 km do Shopping Jardim Anália Franco e Parque Ceret.

Condomínio

Não avaliado

Bairro

Regular
  • Segurança
    Bom
  • Escolas
    Bom
  • Comércio e serviços
    Bom
  • Transporte público
    Regular
  • Hospitais
    Regular
  • Acessibilidade
    Ruim
  • Áreas verdes
    Regular
  • Calçadas do bairro
    Ruim
  • Ruas do bairro
    Ruim
  • Limpeza
    Ruim
  • Preço dos imóveis
    Péssimo
  • Silêncio
    Péssimo
  • Trânsito
    Ruim
  • Localização do bairro
    Excelente!

Comentários

Cidade

Ruim
  • Segurança
    Ruim
  • Escolas
  • Saúde
  • Transporte público
  • Emprego
  • Custo de vida
  • Qualidade de vida
  • Governantes
  • Trânsito
  • Cultura
  • Lazer
  • Áreas verdes
  • Internet
  • Clima

Comentários

País

Ruim
  • Segurança
    Ruim
  • Educação
    Péssimo
  • Saúde
    Ruim
  • Qualidade de vida
    Regular
  • Distribuição de renda
    Péssimo
  • Governantes
    Péssimo
  • Justiça
    Péssimo
  • Consciência política
    Péssimo
  • Combate à corrupção
    Péssimo
  • Pessoas
    Regular
  • Empreendedorismo
    Bom
  • Infraestrutra
    Péssimo
  • Turismo
    Regular
  • Internet
    Regular

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