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  • Rua Mossamedes, 148

  • Vila Santo Estevão
  • São Paulo, SP
  • Brasil
  • Periodo
    04/1999 a 07/2017
  • Avaliador(a)
    Katia

Imóvel

Ruim
  • Tipo Casa
  • Complemento Não informado
  • Avaliador Locatário/Inquilino
  • Valor pago até 07/2017 Não informado
  • Periodicidade do pagamento Não informado
  • Dormitórios 2 dormitórios
  • Garagem 1 vaga
  • Custo-benefício
    Regular
  • Aparência geral
    Ruim
  • Isolamento acústico
    Péssimo
  • Conservação
    Regular
  • Vizinhos
    Péssimo
  • Imobiliária/Proprietário
    Ruim
  • Privacidade
    Péssimo
  • Acessibilidade
    Péssimo
  • Silêncio externo
    Ruim
  • Luz natural
    Regular
  • Temperatura ambiente
    Bom
  • Cômodos
    Péssimo
  • Localização
    Regular

Comentários

***** Texto grande e bem detalhado ***** Depoimento referente à habitação no imóvel 148 da Rua Mossâmedes, no bairro Tatuapé, subdistrito Vila Santo Estevão, CEP.: 03325-060. Moradia entre Abril de 1999 até Agosto de 2017 (18 anos e 04 meses). Ambiente desfavorável para uso residencial: vizinhança incivilizada, se sentem bem em perturbar sossego alheio (vide lei das contravenções penais), interferência de comércio e, localização onde o imóvel está posicionado, é péssima. IPTU alto. Imóvel que moramos pertence à propriedade de amigos de meus pais (meu pai falecido há 27 anos). Um de nossos maiores princípios é não se submeter a uma vida de aparências: para constar. Se esse imóvel fosse de nossa propriedade, acredito, por razão à perturbação do sossego peculiar na localização em que a casa está, teríamos dificuldades em nos desfazer do imóvel na venda. Situação que apresento como exemplo da antiga proprietária Sra. Adelaide (sobrado número 160), esposa do Alfaiate Sr. Manuel (in memorian) que possuía seu ateliê na Rua Antonio de Barros, a mesma teve dificuldades para venda particular desde abril de 2015; conseguiu vender à imobiliária. Atualmente à venda com placa particular, existia o anúncio conjunto "alugo" que foi apagado da placa. Meus pais têm mais de um imóvel próprio em outro bairro da mesma região. O imóvel em questão nos foi oferecido pela proprietária, muito amiga de minha família, de minha mãe desde os anos 50. Hoje, as duas tem 80 anos de idade. Ficaram viúvas por mortes trágicas na mesma época, 1990 e 1992, por latrocínio e acidente de carro. Ausência de consciência e civilidade nos comportamentos individuais das últimas/recentes 'famílias' que ocuparam/ocupam os imóveis, pois, se trata de pessoas que migraram de outros locais da cidade, ou seja, não são moradores tradicionais do bairro desde outras décadas. O nível começou baixar com essas habitações de pessoas a partir de 2010 pra cá. A casa 152 - após desocupação da proprietária mudar para outro município em março de 2015 - teve início ao primeiro inquilinato a partir de junho de 2015 à atual, está no segundo inquilino, desde Abril de 2017 até agora. Essa casa foi a campeã de homens praticarem injúrias à torto e à direito, pois, os primeiros inquilinos mantinham 5 cães abaixo das janelas dos quartos, no quintal, com mais 5 gatos no interior da casa. E porquinho da índia, cobra e mais animais desconhecidos na edícula junto à lavanderia. Prossegue no segundo inquilinato - atual -, convivência em torno de 10 horas (contínuas) em dias úteis, ficam frente e, fundos da casa 152, 02 Pets aparentemente idosas pela pelagem branca ao redor dos focinhos: uma cadela SRD, porte pequeno, pelagem negra, no terraço da frente da casa, produz latidos (apresenta rouquidão) na maior parte de todos os horários reagindo à todos os ruídos da rua. Segunda cadela SRD, porte grande, pelagem negra, no quintal que fica abaixo dos 02 quartos dos fundos, reage com latidos, na sequência da pet que fica na frente, continuamente. Também se apresenta a mesma reação psicológica: ansiedade de separação dos tutores. Quem está nas casas ao redor: não é possível falar dentro de casa, atender telefones, estudar via web, falar ao telefone, receber visitas, é fora de cogitação e, no mais, os habitantes falando alto. Você fica sabendo toda a vida das pessoas que habitam a casa (mesmo que não queira saber, você tem conhecimento). Na maior parte do tempo, são poucas as pausas de silêncio, seja dia de semana ou fim de semana e feriados. Demais números de residências problemáticas: * Imóvel 131 - Família endinheirada, próspera, aparentemente residem os donos é um casal, comenta-se que são de origem portuguesa. Possuem filhos homens, aparentemente são todos casados, frequentam a casa para deixar filhos nos cuidados da mãe. Tivemos repetitivas vezes deles e dos parentes: estacionados carros sedans, não compactos, em nossa porta por várias ocasiões (por pirraça, provocação porque sabem que não aceitamos carros na porta de garagem), um dos filhos guinchou o carro da mãe com guincheiro de Seguradora, gente sossegada, indiferentes com os imóveis vizinhos. Um dos filhos é extremamente mal educado. * Imóvel 136-144 (sobrado lado esquerdo). * Imóvel 145 - habitação nos fundos -, residem inquilinos (ou se trata de empréstimo para não sofrer invasão, casa do tipo abandonada), reside um Profissional de obra civil e/ou Pintor (leigo, do tipo excêntrico, sem senso, sem ética) vive com companheira, mulher, mais duas crianças menores de idade, enteados do rapaz (proprietário do imóvel 145 é filho mais velho do casal proprietário do imóvel 136/144). Referente ao imóvel 145 acionei, por e-mail, Ministério Público em novembro de 2016 por presenciar indiretamente maus tratos - recorrentes - aos dois menores, provindos da mãe, quando saíam com carrinho ambulante para vender alimentos de food truck. Os maiores gritos eram na garagem do imóvel antes de sair. Recebi solicitação da Delegacia da região para comparecer pessoalmente, foi aberto processo com acompanhamento de assistência social, onde, desconheço se ainda continuam sob avaliação de Assistentes Sociais. Frequentemente aos gritos com palavras de baixo calão aos dois filhos, visto uma maior agressão verbal à filha aparentemente 5 anos de idade. Fato ocorrido em setembro de 2011, com autoria da filha do proprietário da casa 136/144. Realizou em dois dias distintos no final de semana, sexta e sábado o descarte de objetos pesados em grande quantidade, arremessou ao telhado da lavanderia: 3 ventiladores, 2 rádios de alça, pequenos mobiliários e objetos pequenos de uso geral na casa que habitei 148; a proprietária, ainda morava no 152, foi pessoalmente tocar a campainha, sem sucesso, não havia ninguém na casa 136/144. Como se não bastasse em Agosto de 2015, a mesma autora, filha dos proprietários, descartou por volta de 6 unidades de revistas, aquelas editoriais de moda noiva, com várias páginas, pesadas...no mesmo local do telhado da lavanderia. Aguardei o Sr. Bráulio, parente familiar da mesma, às 6 da manhã sair para o trabalho, onde entreguei em uma sacola todas as revistas e comentei que poderia ir parar em providências jurídicas caso se repetisse, desde então, não mais se repetiu tais atos de vandalismo. Fora os xingamentos dessa mulher na porta de minha casa, me chamando de louca, pelo fato de várias vezes eu pedir a gentileza aos proprietários de veículos que paravam na porta da garagem da casa que morei, a mesma entendia que era uma forma de loucura, é a mesma autora que descartou os objetos no telhado... Fez reforma no imóvel desde o final de 2016 até metade do primeiro semestre de 2017 com Profissional operacional de obras civis, conhecido como Ribamar, frequentou o imóvel quase que diariamente na ausência da moradora filha do proprietário, maior parte do primeiro semestre de 2017 devido à reforma, até mesmo quando terminou a reforma, considerei estranho... Deveras mal encarado, aparência bastante suspeita, boné, provocativo, caráter muito duvidoso, olhar cínico e debochado; injúrias das piores na frente de toda a vizinhança (menos quando me via com minha mãe). Precisei ameaçá-lo que chamaria a polícia se continuasse mal encarando, falei alto na rua, enquanto esperava Uber ocorrência em março de 2017. * Imóvel 13 da Rua Orlando Valderano - quando cismam que o cachorro incomoda, colocam no quintal, casa também inapropriada para manter bichos sem supervisão permanente ou vontade de cuidar do animal. Observado dois adolescentes, um garoto e uma garota, nos cuidados de uma cadela aparentemente de raça Aquita, quado cisma, a pet fica no quintal fechada, não se adapta, desde janeiro ficar isolada, sofre ansiedade de separação. Essa rua é localizada atrás dos quintais, rua sem saída, já conversei com vizinhos antigos do logradouro, onde, disseram que ninguém podia com a vida do filho da dona do bar (na esquina mesma calçada, se desfez do bar faz pouco tempo), o filho usava caixa profissional de som, extremamente abusivo, no meio da rua aos finais de semana. Ouvia-se homens embriagados com frequência, cantavam alto, mais coisas piores. -------------------------------------------------------------------------------------------- Um bairro que progrediu, demanda de padrão alto para desfrutar; um custo de vida que demanda alto investimento, com qualidade de vida e clima desfavorável, não vale a pena habitar residência em ambiente ruim e mal frequentado. Residimos em três imóveis anteriores ao citado, durante toda a vida. De família imigrante europeia estabelecida muitos anos no bairro da Mooca. Nosso hábito de cordialidades, gentilezas e, bem estar, com plena harmonia entre vizinhos dos quais tivemos no passado, onde mantemos contato com todos eles até atualmente. Rua Mossâmedes na localização em questão foi boa para residência - conveniente e suportável - até ano 2009. A partir do começo de 2010, houve grande movimentação de inquilinos em rodízio a cada 2 à 3 anos na casa de número 160. A dona da casa 160 mudou para Santos e alugou o imóvel. Passando a habitar inquilinos com: pensão clandestina, mau comportamento relativo à contravenções penais envolvendo perturbação do sossego (lei em vigor), presenciamos: algazarra, animais por quem tinham a guarda, sons acústicos de alta potência (equipamentos de shows e amplificadores de instrumentos musicais), até gemidos sexuais no quintal, chegamos ouvir. Presenciamos diversas vezes maus tratos psicológicos à pets caninos, fins de semana sozinhos, por motivo de viagem dos tutores, alimentação precária, água precária, cães com ansiedade de separação consequentemente latidos incessantes. Rua Orlando Valderano, sem saída, imóvel 13, há um cão que fica isolado com frequência reage com ansiedade de separação. Desde janeiro de 2017, os proprietários não se importam. Clientes e fornecedores de comércios adjacentes, estacionamento de veículos motocicletas e automóveis: * American Distribuidora de Suplementos Alimentares, número 141; * Armarinhos Fernando na Rua Aguapeí, número 635, com garagem em frente ao começo da Rua Mossâmedes. Clientes e fornecedores em geral estacionam definitivamente ou em pausa, veículos utilitários, veículos de passeio, com motor ligado, principalmente, veículos pesados de carga e descarga nas portas das garagens residenciais. Se você morador não abordar, apesar de usarmos pequenas placas no portão da garagem "Não Estacione", a tendência é que entenderão que é permitido, fazendo do hábito um movimento diário, logo, inconveniente. Abordei a perder de vista, pedindo, educadamente, gentileza da retirada de veículos, o resultado foi de indivíduos mal educados responderem através de injúrias com as mais criativas e diversas palavras. A rua é basicamente habitada quase que na totalidade na habitação residencial. ***** EVITEM RESIDÊNCIA FIXA NA RUA MOSSÂMEDES, ENTRE AS RUAS: AGUAPEÍ À PADRE DIOGO NUNES / PRAÇA GENERAL COSTA BARRETO ***** As casas 148 e 152 são geminadas (verificar a foto no google maps), alvenaria é inapropriada para criação de Pets no local, a não ser que fiquem no interior do imóvel, inquilinos que habitam o local, demonstram não gostar dos cães dentro de casa. Causando inconveniência com a vizinhança da rua local e rua sem saída, Orlando Valderano, há também tutores indiferentes com a vizinhança, mantendo pet de raça Aquita, salvo engano, muitas vezes isolado fora da casa, no quintal, o mesmo reage com ansiedade de separação. Casa 13 Rua Orlando Valderano. São 3 cães com latidos ininterruptos o dia todo, sem poder ajudar os bichos, pelo contrário, o morador torna-se refém. Ou escolher denunciar à delegacia eletrônica de maus tratos animais. Muros baixos com visão para as duas casas - lavanderia e quintal. Há visão total para churrasqueira da casa 160, era laje com varais para uso de lavanderia da antiga proprietária, antes de mudar, adaptou terraço, com churrasqueira, sem erguer o muro para privacidade do local. Os fundos são mal construídos, tanto das casas vizinhas, quanto das casas da rua sem saída, atrás da Rua Mossâmedes, Orlando Valderano. Privacidade zero, para despesas somente da locação da casa entre R$ 2.000,00 à R$ 3.000,00 por mês. Não vale a pena. Aluguel baixo para as casas (148 e 152) IPTU é alto. Espero que a proprietária receba proposta de venda para empreendedores. Há mais episódios e experiências que foram toscas e bizarras. Fica essa 'amostra' como relato para sinalizar quem queira se aventurar a residir nessa localização do logradouro. Há uma intervenção grande do comércio diretamente nas residências, algo que com o tempo, quem permanece em casa, não tolerará a convivência invasiva, pois, a interferência é contínua e diária: a rua nesse trecho é praticamente um ***** canil à céu aberto ***** Nunca tivemos e, não temos, inadimplência com bancos, centrais de crédito, minha família é extremamente idônea com dinheiro, conduta, contratos, palavras e acordos firmados, portanto, total propriedade para apresentar esse tipo de manifestação em dissertar uma experiência grave e inaceitável. Uma rua com moradores que fazem de casas pequenas, um canil, com comércio deficiente para abrigar estacionamento de carros de todos os portes de clientes/fornecedores, durante o horário comercial. Também ocorre aos sábados. Para qualquer morador, por gentileza, à vontade para me contatar e, igualmente, no caso de futura necessidade jurídica, poderei contribuir em testemunhar: kc_op@hotmail.com. Cordialmente, boa sorte!

Tipo imóvel

Dormitório dos fundos traz ruídos de todas as residências. Em Julho de 2017: há um cão na rua sem saída Orlando Valderano, tutores o mantém isolado em quintal, reage por ansiedade de separação diariamente. O maior problema é a falta de respeito e consideração dos inquilinos que largam animais sozinhos, latindo sem parar, por ansiedade de separação. Desde 2012, se arrastam problemas de vizinhos desse nível.

Avaliador

Imóvel foi oferecido para residirmos, pois, a proprietária é amiga de minha mãe desde 1953, residiam em outro bairro, maridos eram amigos. Após ficarmos 2 anos fora do Tatuapé, voltaríamos em 1999, proprietária preferiu que morássemos, porque residia em outro município, estaríamos ajudando a olhar as duas casas.

Dormitórios

Sem suíte, toalete fica no centro do hall de corredor, no piso de cima. Quartos espaçosos, por ser construção antiga, é viável.

Garagem

Tipo de garagem para guarda de automóveis pequenos, talvez, médios. Pé direito da garagem é baixo. Há um terraço acima. Observação: há problemas com pessoas que estacionam na porta da garagem, referente à proibição conforme CNH-Detran, "guia rebaixada", recomendo ser firme, ríspido e, insistente em deixar estabelecido não aceitar estacionamento na porta de garagem. Há frequentes abusividades de estacionar nas portas de garagens das casas, quando abordadas educadamente, pessoas reagem mal educadas, principalmente, clientes do comércio popular Armarinhos Fernando, onde a Colaboradora do balcão de informações e microfone da loja, já foi notificada em diversas ocasiões, pessoalmente e por telefone. Há imóvel comercial no número 141, defronte a residência, onde o responsável pela empresa informou no mês de novembro de 2016 que havia solicitado aos clientes/fornecedores não estacionar na guia rebaixada relativa ao imóvel que resido 148, porém, ainda ocorre em menor abusividade e falta de disciplina, ausência de educação de seus clientes, continuamos com o mesmo problema. Em tese, complementou que foi autorizado por outros vizinhos, deixar clientes e fornecedores estacionarem para cargas e descargas.

Aparência geral

Imóvel sobrado geminado muito bonito, alvenaria boa, construção bem realizada com materiais de primeira qualidade.

Isolamento acústico

Inexistente. Ouve-se tudo o que ocorre na rua, tanto na frente, quanto nos fundos da casa.

Vizinhos

Desde 2012 abusos com vizinhos invasivos nos maus tratos de seus cães. Isolamento de animais, sozinhos, esquecidos nos quintais. Desde junho de 2015 até Dezembro de 2016, residiam no imóvel 152 dois homens que habitavam com 05 cães no quintal (abaixo dos dormitórios), criação de pets inapropriada, deixavam os bichos sozinhos, não cuidavam, não interagiam, por muitas vezes, flagrei os animais sem água e ração, condições de higiene precária. Atualmente, reside família grande, desde março de 2017 até os dias atuais (edição feita em julho de 2017), ocupam o mesmo imóvel, 152, proprietária, não coloca restrição para não permitir habitação familiar com cães. Casas são gêmeas, parede fina, quintal baixo. Família atual, para piorar a convivência insuportável, desde anos (2012) mantém, sozinhas duas fêmeas idosas SRD, uma cadela vive no terraço da casa, outra cadela no quintal dos fundos da casa. Latem das 08h00 até 18h00. Ninguém fica na casa durante os dias úteis no horário citado. Caninas latem incessantemente, durante esse horário, por ansiedade de separação. Tutores não interagem, a esposa, apenas realiza limpeza no terraço e quintal. Toda a vizinhança que passa maior tempo da semana em casa, refém de animais que não podemos ajudar (pela solidão que sentem, chegam a chorar durante o dia). Em algum momento será denunciado à delegacia de proteção animal: http://www.ssp.sp.gov.br/depa Lei das Contravenções Penais: “Art. 42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheios: IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda.”

Privacidade

Nenhuma: ouvimos descarga sanitária, assuntos particulares, telefones chamando, risadas, gemidos, tosses, CÃES LARGADOS SOZINHOS com ansiedade de separação, gatos, etc.

Acessibilidade

Para deficientes físicos, não há. Após a entrada dos portões, há escada para entrar na casa.

Silêncio externo

Há comércio de distribuição de suplementos alimentares para finalidade fitness defronte à casa no número 141, movimentação frequente, diária, de segunda à sábado com caminhões realizando carga e descargas, clientes com carros de passeios, das 08h00 às 18h00. Clientes com carros da loja Armarinhos Fernando. Muito ruído de carro, bichos, são os ruídos que ficam nos períodos do dia, perduram em horários comerciais, diariamente. Não me informei se plano diretor para o endereço é permitido ou permitido para uso misto.

Luz natural

Médio.

Temperatura ambiente

A casa por ser alta, vale a pena, em qualquer estação do ano.

Cômodos

Ouve-se todo o movimento da rua, tanto na frente da casa, quanto no fundo. Não há janelas antirruídos. O pior dormitório é o cômodo dos fundos.

Localização

Há loja Armarinhos Fernando desde 1989 situada em frente à rua do imóvel em questão. Garagem da loja frequentemente superlotada, portanto, a movimentação de veículos na rua é intensa, principalmente, aos fins de semana e feriados. Condutores de carros de passeio estacionam na porta da garagem, logo, ocupam sua guia rebaixada. Fica a 5 km do Shopping Jardim Anália Franco e Parque Ceret.

Condomínio

Não avaliado

Bairro

Regular
  • Segurança
    Bom
  • Escolas
    Bom
  • Comércio e serviços
    Bom
  • Transporte público
    Regular
  • Hospitais
    Regular
  • Acessibilidade
    Ruim
  • Áreas verdes
    Regular
  • Calçadas do bairro
    Ruim
  • Ruas do bairro
    Ruim
  • Limpeza
    Ruim
  • Preço dos imóveis
    Péssimo
  • Silêncio
    Péssimo
  • Trânsito
    Ruim
  • Localização do bairro
    Excelente!

Comentários

Cidade

Ruim
  • Segurança
    Ruim
  • Escolas
  • Saúde
  • Transporte público
  • Emprego
  • Custo de vida
  • Qualidade de vida
  • Governantes
  • Trânsito
  • Cultura
  • Lazer
  • Áreas verdes
  • Internet
  • Clima

Comentários

País

Ruim
  • Segurança
    Ruim
  • Educação
    Péssimo
  • Saúde
    Ruim
  • Qualidade de vida
    Regular
  • Distribuição de renda
    Péssimo
  • Governantes
    Péssimo
  • Justiça
    Péssimo
  • Consciência política
    Péssimo
  • Combate à corrupção
    Péssimo
  • Pessoas
    Regular
  • Empreendedorismo
    Bom
  • Infraestrutra
    Péssimo
  • Turismo
    Regular
  • Internet
    Regular

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